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quinta-feira, 24 de julho de 2008

Quilmes Red Lager

O último estilo lançado pelo Quilmes é uma Red Lager, como pude degustar as outras cervejas da família aqui, posso arriscar dizer que esta é a que possui melhor drinkability, não é uma cerveja excepcional, entretanto é fácil e agradável para se beber. Abaixo impressões.


Cerveja: Quilmes
Tipo: Red Lager
Apresentação: Garrafa 973ml.
Álcool: 4,7%
Cor: Avermelhada, limpa, brilhante.
Espuma: Média formação, duradoura.
Aroma: Aroma leve, notas malte, doce.
Paladar: Baixo corpo, malte, notas doces, baixo amargor, sensação residual ligeiramente adocicada.
Comentário: Assim como outras cervejas da Quilmes o sabor passa ligeiro no paladar, com baixo corpo e notas doces, mas entre todas as Quilmes é aquela que tomaria outras vezes.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

James Boag´s Premium Lager

James Boag's Premium Lager se tornou uma cerveja prestigiada na Austrália, assim com sua irmã Boag´s Draught na qual pude degustar aqui, ganhou reconhecimento e prêmios pelo mundo desde o seu lançamento em 1994 é produzida pela cervejaria J.Boag & Son da Tazmania e ainda não é encontrada a venda por aqui.
James Boag's Premium Lager segue o estilo europeu para lager, é fermentada a uma temperatura inferior a maioria das lager australianas e demanda um período prolongado de maturação. Abaixo segue impressões.

Cerveja: James Boag’s
Apresentação: Garrafa 375ml.
Tipo: Premium Lager
Álcool: 5%
Cor: Dourada, limpa, brilhante.
Espuma: Boa formação, queda lenta, duradoura.
Aroma: Um leve metálico, notas malte com um toque de lúpulo.
Paladar: Médio corpo, média a baixa carbonatação, malte, amargor agradável, sensação residual seca.
Comentário: Boa cerveja, bonita apresentação (embalagem e rótulo) porém poderia ter aroma mais pronunciado e maior presença de malte, deixando com um pouco mais de corpo e menos seca.

terça-feira, 24 de junho de 2008

Boag´s Draught

No ano de 1853 James Boag fundou uma cervejaria, ele acreditava que iria produzir uma das melhores cervejas da Tasmânia, utilizando somente os melhores ingredientes. Seu filho não só continuou a história, como o compromisso com a qualidade, pureza e grande ensinamento com degustação de cervejas. Ao longo de mais de 120 anos a J. & Son Boag continua fiél a estes valores e consegue ser uma das cervejarias mais prestigiadas da Austrália.
Em 2004, a primeira fase de uma expansão da cervejaria foi concluída, com a instalação de uma nova linha para engarrafamento. Juntou-se a melhor tecnologia, combinada com técnicas tradicionais na produção de cerveja.

Por mais de um século, os trabalhadores da J. & Son Boag tem fabricado Boag's Draught. Através do empenho e apoio dos clientes a Boag Draught, é na Tasmânia, uma das cervejas mais populares.
Lançado nacionalmente na Austrália em Outubro de 2004, Boag's Draught tem ganhado grande popularidade entre os Australianos, não é a toa que a cerveja já foi tricampeã (2005, 2006 e 2007) no International Monde Selection, que é organizado por um instituto de qualidade com sede na Bélgica. Fundada em 1961 a entidade possui reputação internacional por ser a mais antiga e representativa organização que se dedica à apreciação da qualidade dos produtos dos gêneros alimentício e de bebidas. Agradecimento ao Emerson e segue abaixo impressões.

Cerveja: Boag´s Draught
Apresentação: Garrafa 375ml.
Tipo: Lager
Álcool: 4,7%
Cor: Dourado intenso, limpa, brilhante.
Espuma: Boa formação, duradoura.
Aroma: Lúpulo, pão, malte.
Paladar: Médio corpo, malte, lúpulo, amargor persistente, boa carbonatação, sensação residual adstringente, seca.
Comentário: Cerveja Australiana com personalidade, com ótima cor, boa presença de lúpulo e boa apresentação, só o aroma poderia ser mais destacado.
Mais informações: www.boags.com.au

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Rodenbach

A cervejaria fica localizada em Roeselare, foi aberta em 1821 por Alexander Rodenbach, um homem de classe média que se tornou uma figura importante na Revolução de belga em 1830. De 1836 a 1864 Regina Wauters, esposa de Pedro Rodenbach dirigiu a cervejaria, depois foi passada a Edward Rodenbach, o seu filho, sob os quais a cervejaria se desenvolveu e expandiu muito bem, acrescentando novo maquinário, novas caves para os tanques de carvalho. A última pessoa da família Rodenbach a tocar a cervejaria foi Eugène, o filho de Edward. A cervejaria era propriedade familiar até que foi comprada pela Palm Breweries, em 1998.


A Rodenbach sofre fermentação com um misto de Fermento “Ale” e Fermento láctico, este último para dar acidez a cerveja, ele não produz álcool.

Os barris de carvalho desenvolvem papel primordial no processo de maturação. Dentro da cervejaria ainda se produz cada um exatamente como em 1821. Só madeira da melhor qualidade pode ser usada para produzir o barril e não pode pregar ou parafusar, tudo feito é com encaixe.

Michael Jackson, o BeerHunter, em sua visita a fábrica concedeu a Rodenbach o título de "A cerveja mais refrescante do mundo" título gravado nas dependências da cervejaria.
Esta cerveja da Rodenbach é uma mistura de 75% de cerveja “jovem” e 25% de cerveja com maturação de 2 anos em barris de carvalho, mistura interessante e diferente, abaixo impressões.


Cerveja: Rodenbach
Apresentação: Garrafa 250ml.
Tipo: Ale
Álcool: 5,2%
Cor: Avermelhado escuro, brilhante.
Espuma: Boa formação, queda lenta, duradoura.
Aroma: Azedo, leve frutado, madeira .
Paladar: Médio corpo, leve doce, notas azedas, baixo amargor, sensação residual seca, ácida. Comentário: Cerveja centenária, com produção diferenciada, trazendo o talento do mestre cervejeiro à tona, boa cerveja, porém não é para o dia a dia.

quinta-feira, 17 de abril de 2008

Molson Canadian

Voltando a atividade, com força total e com atualizações mais constantes, vamos pro Hemisfério Norte, precisamente Canadá.

John Molson foi o fundador da cervejaria mais antiga do Canadá, às margens do Rio São Lourenço, na cidade de Montreal em 1786. Desde então, a Molson é um dos nomes mais populares e antigos dos consumidores da América do Norte. Com mais de 3000 funcionários em todo o país, opera com seis fabricas em todo o Canadá.

A Molson Canadá é parte integrante do Grupo Molson Coors Brewing Company, que foi formado em 2005 pela fusão entre as grandes cervejarias Molson e Coors. Seus principais mercados são Canadá, o Reino Unido e os Estados Unidos.

Degustei a Molson Canadian uma Premium Lager que não leva conservantes em sua formulação e que se apresentou com características marcantes, abaixo impressões.

Cerveja: Molson Canadian
Apresentação: Lata 473ml.
Tipo: Premium Lager
Álcool: 5%
Cor: Dourada, limpa, brilhante.
Espuma: Boa formação e média duração.
Aroma: Cereais, malte, lúpulo.
Paladar: Bom corpo, bem carbonatada, malte, sensação residual adstringente, persistente.
Comentário: Boa cerveja, com amargor destacado, de cor dourada intensa e bom corpo, pelo preço “justo” que foi adquirida no Canadá, seria uma cerveja do dia a dia por lá.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008

Samuel Adams Oktoberfestbier

Jim Koch fundou a Boston Beer Company, em 1984, pois ele acreditava que os americanos mereciam tomar uma cerveja melhor que as industrializadas produzidas. Hoje, conta com uma equipe de cerca de 350 pessoas, e todos compartilham da mesma visão, a paixão em produzir cervejas de qualidade, em produzir a Samuel Adams. O ótimo trabalho desenvolvido tem trazido muitos êxitos, a Boston Beer Company vem sendo citada como uma das melhores empresas para se trabalhar pela Boston Magazine, e o grande numero de estilos produzidos já trouxe muitos prêmios. Jim foi chamado de "Empreendedor do Ano" pela Inc. Magazine.
O trabalho desenvolvido com os colaboradores e outro destaque da cervejaria, uma empresa consolidada e que possui ações negociadas na Bolsa de Valores de Nova York sob o símbolo, SAM. Existindo inclusive um site para financeiras e acionistas o www.bostonbeer.com

Um importante entendimento de Jim Koch e de que a criatividade tanto individual, quanto coletiva permitiu a Samuel Adams manter-se a frente da concorrência. Não estando vinculado por modos tradicionais de pensamento ou análise. Dizia que a Samuel Adams tem que ter característica, sabor, e esse era o grande diferencial, não adiantava fazer o que as outras já estavam fazendo, e sempre há possibilidade para evoluir, fazer muito mais.

A primeira coisa que você nota quando coloca a Oktoberfestbier no copo é a cor. Samuel Adams Oktoberfest tem uma rica e profunda tonalidade cobre conjunto da mistura de cinco tipos de malte para criar um harmonioso equilíbrio entre o doce e o elegante amargor, resultado do lúpulo alemão Hallertau. Abaixo impressões

Cerveja: Samuel Adams
Apresentação: Garrafa 355ml.
Tipo: Oktoberfestbier
Álcool: 5.4%
Cor: Cobre, brilhante, limpa.
Espuma: Boa formação, queda lenta, duradoura, formou pequenas ilhas.
Aroma: Lúpulo, malte, caramelo.
Paladar: Médio corpo, lúpulo, malte, caramelo, sensação residual amarga equilibrada com doce residual do malte.
Comentário: Bela cor, características marcantes e dispensa mais apresentações, um ícone cervejeiro mundial, a Boston Beer foi quem inspirou a família Mendes a fundar a Eisenbahn que também esta ficando mundialmente conhecida, que tenhamos a mesma sorte de ter um ícone mundial.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

Cerveja Iguana


A Quilmes, criada por um alemão em 1888, pertencia ao grupo Bemberg, holding presente na Argentina, Bolívia, Uruguai, Paraguai e Chile, entretanto as marcas hoje pertencem ao grupo Inbev, que vende outras quatro marcas de cerveja, entre elas a Iguana e a Imperial, e a água mineral Nestlé e Eco de los Andes.

Esta cerveja sempre me despertou certa curiosidade, pois me recordo bem nas inúmeras vezes que pude ir ao Frangó, fazia questão de sentar em uma mesa, logo de frente ao corredor da entrada do bar, perto dos banheiros na parte térrea, e ficava "namorando" a memorável decoração sobre cerveja que o bar possui, e lá na parede acima da cristaleira, onde ficam os 'souvenirs' do bar a venda, tem um placa decorativa da cerveja Iguana, e sempre me perguntei o porque de eu não conseguir toma-la, achava o nome interessante e seu logotipo de bom gosto, deixando curioso sobre o líquido, não é que em mais um viagem, o nobre cunhado, conseguiu a dita, e que agora descrevo as minhas impressões.



Cerveja: Iguana
Tipo: Pilsen
Alcool: 5%
Cor: Dourada, brilhante.
Espuma: Boa formação, média duração.
Aroma: Pouco aroma, sente-se bem leve o aroma de cereais.
Paladar: Cerveja ligeira, médio a baixo corpo, bem carbonatada, baixo amargor, sensação residual leve malte.
Comentário: Outra argentina, veio na mala, de todas as pilsen de grande escala produzidas na Argentina que pude tomar, esta foi a que menos despertou interesse, pouco sabor, sendo bem "refrescante", leve demais, um outro ponto negativo vai para o aroma praticamente inesistente.
Pois é, acho que a placa decorativa realmente é bonita.

segunda-feira, 22 de outubro de 2007

Cerveja Schneider Fuerte

A Cerveja Schneider pertence ao Grupo CCU Argentina, fabricante das cervejas Budweiser, Heineken e Schneider, a CCU ou Companhia Cervejeira Unidas é um grande grupo chileno do setor de bebidas na América do Sul, a empresa é controlada pelos grupos Luksic (Quiñenco) e Heineken.

Relançada em 2001, a Cerveja Schneider trouxe uma nova comunicação, contrariando a comunicação estereotipada sobre cerveja na Argentina, dando foco a essência da marca, do produto, e de sua receita diferenciada das outras. Com isto conseguiu se posicionar no mercado fortemente, a marca foi a que mais cresceu nos últimos anos. Atualmente é produzida em uma planta cervejeira em Santa fé aonde é elaborada segundo normas de qualidade certificadas segundo o HACCP, sistema que assegura o controle de qualidade em cada uma das etapas de seu processo de produção. Além da "Fuerte", integram a família, Schneider Rubia e Schneider Negra.

A Schneider Fuerte foi lançada este ano, com a proposta de ser uma das cervejas mais fortes do mercado. De sabor mais intenso e mais corpo que as tradicionais, Schneider Fuerte é uma cerveja estilo lager, tipo oktoberfest, que tivemos a oportunidade de tomar, neste tempo de Oktoberfest, segue impressões.

Cerveja: Schneider
Tipo: Oktoberfestbier
Apresentação: Garrafa de 1 litro.
Álcool: 6%
Cor: Cobre, brilhante.
Espuma: Boa formação, e boa duração, fixando no copo.
Aroma: Malte, lúpulo, notas doces, pão.
Paladar: Médio corpo, malte, bom amargor, sensação residual com leve adstringência.
Comentário: Uma Argentina “comercial” interessante, pois apresenta bela cor, bom aroma, entretanto para o estilo o amargor se destacou mais que os outros ingredientes.

domingo, 23 de setembro de 2007

"O mala dos amigos" - Quilmes

Como já comentado em outro post a cervejaria Quilmes foi fundada em 1888 pelo imigrante alemão Otto Bemberg e recebeu este nome porque foi fundada na Cidade de Quilmes, depois se consolidou na Argentina como um império cervejeiro, que controla 75% da cerveja consumida no país.O grupo Inbev, que começou em 2002 a compra da cervejaria, possuía 56,7% e através de uma oferta milionária a família que ainda tinha ações na companhia, passou para 91,18% a sua participação na Quilmes.
Foram degustados três tipos produzidos pela cervejaria, a clássica Pilsen, e os outros dois estilos lançados a cerca de dois anos, Stout e Bock, ambos levam cereais não maltados, e caramelo na composição. Dentre os três estilos, o que mais apresentou sabor e característica própria do estilo foi a bock, segue abaixo a degustação.

Cerveja: Quilmes
Estilo: Pilsen
Apresentação: Long Neck 330ml
Álcool: 4,9%
Cor: Dourada, brilhante.
Espuma: Boa formação, bolhas grandes, média a baixa duração.
Aroma: Fraco, notas de cereais bem ao fundo.
Paladar: Ligeira, bem carbonatada, e sensação residuaresidual levemente amarga.
Comentário: Uma Pilsen sem muito diferencial da Pilsen industrial brasileira.

Cerveja: Quilmes
Estilo: Stout
Apresentação: Long Neck 330ml
Álcool: 4,8%
Cor: Escura, tom avermelhado escuro.
Espuma: Média formação, duradoura, escura.
Aroma: Notas doces, caramelo, torrado bem leve.
Paladar: Levemente doce, médio a baixo corpo, baixo amargor e sensação residual de caramelo.
Comentário: Stout de baixo amargor, quase imperceptível, a sensação de malte torrado, se apresenta muito leve tanto no gosto, quando no aroma.


Cerveja: Quilmes
Tipo: Bock
Alcool: 6,3%
Apresentação: Garrafa de 355ml
Espuma: Boa Formação, persistente.
Cor: Rubi
Aroma: Cereais, caramelo, lúpulo, doce.
Paladar: Bom corpo, álcool, caramelo, sensação residual equilibrada entre o doce, talvez do açúcar residual, e o amargor.
Comentário: A melhor entre as três degustadas, pois se apresentou mais fiel ao estilo, e por também possuir melhores característica do que as outras, como corpo, aroma, e espuma.

domingo, 10 de junho de 2007

"O mala dos Amigos" - Cerveja Imperial


Depois de 4 anos, as marcas de cerveja Palermo, Bieckert e Imperial possuem um novo comando. O grupo empresarial, encabeçado por Ernesto Gutiérrez atual presidente do Aeroporto Argentina 2000- e que tem como sócio Eduardo Eurnekian, adquiriram as marcas e a fábrica. A historia da venda da Bieckert, Palermo e Imperial vem desde Janeiro de 2003, desde o primeiro momento, a principal interessada em comprar as marcas foi a mexicana Femsa. Que no mercado Argentino atual apenas comercializa refrigerantes. Mas a prosposta foi inferior ao oferecido pelo grupo Argentino.

A ex-proprietária é a nossa velha conhecida Inbev, que estava obrigada a se desfazer destas marcas e da fábrica para que as autoridades Argentinas liberassem a fusão entre a Quilmes e a Brahma.

Atualmente as três marcas controlam 6% do mercado cervejeiro nacional. O ponto positivo do negócio foi a oportunidade de oferecer mais uma opção de cervejaria, não sendo mantido um monopólio, fato que nós conhecemos bem, e a planta da fábrica em Luján se encontra entre uma das mais modernas do país. A fábrica foi inaugurada no começo dos anos 90 pela Brahma.

Abaixo impressões da Imperial que tive a oportunidade de experimentar

Cerveja: Imperial
Tipo: Pilsen
Alcool: 5,5%
Cor: Dourada, brilhante.
Espuma: Boa formação, média duração.
Aroma: Pouco aroma, sente-se bem leve o aroma de lupúlo.
Paladar: Bem carbonatada, médio amargor.
Comentário: Outra argentina, veio na mala do cunhado, de todas as pilsen de grande escala produzidas na Argentina que pude tomar, esta foi a que levantou interesse, pois lembra um pouco a Serramalte, que particulamente acho boa, ela possui boa carbonatação que a deixa presente na boca, não passa despercebida pelo seu médio amargor, coisa rara de sentirmos em cervejas produzidas em grande escala. O ponto negativo vai para o aroma praticamente inesistente.



terça-feira, 15 de maio de 2007

"O Mala dos Amigos" - Quilmes x Isenbeck



A cervejaria foi fundada em 1888 pelo imigrante alemão Otto Bemberg e recebeu este nome porque foi fundada na Cidade de Quilmes, depois consolidou-se na Argentina como um império cervejeiro, que controla 75% da cerveja consumida no país.

O grupo Inbev, que começou em 2002 a compra da cervejaria, possuia 56,7% e através de uma oferta milionária a familia que ainda tinha ações na companhia, passou para 91,18% a sua participação na Quilmes, adquirindo as ações por US$ 1.200 millões.

E com a Quilmes, tomei para comparação a Isenbeck também vinda da Argentina, que está sendo importada para o Brasil a algum tempo pela Bier&Wein.
A Isenbeck é produzida desde 1769 na Alemanha, passou a ser fabricada também na Argentina a partir de 1994 e é atualmente uma marca pertencente ao grupo Warsteiner. Uniu a sabedoria artesanal das raízes alemãs, com a tecnologia das instalações argentinas, uma cerveja realmente diferente das comerciais Argentinas, na degustação percebe-se bem a diferença.

Cerveja: Quilmes
Tipo: Pilsen
Alcool: 4,9%
Apresentação: Garrafa de 355ml
Espuma: Boa Formação, média duração
Cor: Dourada
Aroma: Leve de malte e lúpulo.
Paladar: Pouco corpo, bem carbonatada, porém com um amargor percepetível.
Comentário: Uma Pilsen normal, e se não fosse os "ante" em sua composição, se comportaria muito melhor.

Cerveja: Isenbeck
Tipo: Pilsen
Alcool: 4,6%
Apresentação: Garrafa de 350 ml.
Espuma: Boa formação e duradoura.
Cor: Dourada
Aroma: Malte, pão.
Paladar: Mais encorpada que a anterior, apresenta bom gosto de malte, médio amargor.
Comentário: Uma boa opção entre as cervejas comerciais Argentinas, em comparação com a Quilmes, sente-se uma notável diferença de sabor, mostrando-se melhor.

terça-feira, 8 de maio de 2007

"O Mala dos Amigos" - Bieckert Oro


Iniciando a seção "O mala dos Amigos", qualquer semelhança é mera conscidência com a "Santa Mala dos Amigos", obrigado pela autorização Edu.
O espaço "O mala dos Amigos", terá este nome pois todo amigo tem um "mala" que sempre pede alguma coisa quando este amigo vai viajar, neste caso sou o mala, e o amigo geralmente coloca em sua mala, a encomenda, diga-se de passagem sempre é cerveja.
Bom, recentemente a uma viagem a Argentina, meu cunhado trouxe algumas cervejas, e começo pela Bieckert Oro.
Em 15 de Fevereiro de 1860, Emilio Bieckert se instalou em frente a Igreja de Balvanera, em Buenos Aires.
Acostumados a uma cerveja de fermentacão ácida que se fazia na Argentina na época, os escassos consumidores se toparam com uma bebida diferente. Bieckert havia trazido da Europa novas técnicas e começou a produzir com os métodos de baixa fermentacão e pasteurização. O exito não tardou. O estabelecimento no Bairro de El Retiro foi um dos pontos mais importantes da época, havia no local um espação para se degustar as cervejas.

Porém no início deste século, o mercado já se atentava a oportunidades, e como a Quilmes na época já se destacava, e as cervejarias maiores iam comprando as pequenas cervejarias locais, com isso a Bieckert foi adquirida pela Quilmes, mudanças estas, que aconteceram mais recentmente aqui no Brasil, e até recentemente a Quilmes teve que se desfazer de duas marcas, e uma delas é a Bieckert, pois estava acontecendo um monópolio do mercado cervejeiro nacional Argentino, qualquer semelhança aqui no Brasil, não é mera conscidência.

Cerveja: Bieckert Oro
Tipo: Pilsen
Garrafa: 960ml.
Alcool: 4,9%
Espuma: Boa formação e duradoura.
Cor: Um dourado bem leve.
Paladar: Bem carbonatada, malte, leve lúpulo, passa rápido seu gosto pela boca.
Aroma: Bem parecida com as nossas Pilsens, bem pouco aroma de malte e leve aroma de lupulo.
Comentário: Lembra bastante as Pilsen Brasileiras, bem carbonatada, com isso percebe-se a intensão de torna-la refrescante, pouco aroma e paladar de malte ou lupulo, e tem que se tomar bem gelada.